Quem sou eu

Minha foto
O Centro Espírita Socorrista Gota de Luz é uma entidade filantrópica, sem fins lucrativos. Como contamos com a colaboração de voluntários para realização de nossas atividades, não cobramos nada pelos tratamentos realizados. Contato: cesgol@hotmail.com

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Expositores do mes de setembro nas reuniões doutrinárias

Caros irmãos,

Estamos muito satisfeios com os integrantes do Cesgol. A direção do Centro Espirita escolheu 04 mebros, para cada semana de setembro falar sobre um livro, que foi escolhido pelo grupo para fazer a exposição.

Na primeira semana a expositora foi a nossa irmã Joselita que falou sobre o livro "A Granja do Silêncio"  de
Paul Boldier e grupo aplaudiu a nossa irmã parabenizando-a após a exposição.





 
Joselita


Na Segunda semana foi a vez da irmã Elaine que falou com muita propriedade sobre "A Viagem  de uma Alma" por Teper Richelieu, explanando sobre toda a trajetória do espírito a partir da Criação, passando pelos reinos mineral, vegetal, animal, hominal  seguindo sua viajem até alcancar a angelitude.



Elaine




Na 3ª semana foi a oportunidade da irmã Janine, que falou sobre "A Flor do Pântana" pelo espírito J.W.Rochester, abordando o drama de Marina, que após perder a mãe que se suicidara para esquecer o marido que lhe traira, sendo obrigada a voltar a cado do pai, que se casara pela segunda vez, quando Marina é jogada em um mundo cruel de mentiras e traições constantes.




Janine





Na próxima terça feira foi a vez de Adriana que em parceria com Rita falará sobre o Tratamento Bioenergético.  Assunto que de serta forma causou grande polemica no programa Fantástico.

Rita, Adriana e Flávia
Demonstração de como se processa o atendimento Terapeutico

O Cesgol está localizado na Rua Djalma Dutra, precisamente atrás da Loja Dismel, contornando os posto de gasolina no número 98.

Curso de iniciação à doutrina espirita.

Queremos pedir desculpas àqueles que estão acompanhando os módulos do Curso de Iniciação à Doutrina Espirita, pelo atraso das lições, mas, aguardem que dentro em breve estarão atualizadas.
Um abraço
Pedro Ferreira

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Ernesto Simões Filho


Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.Ir para: navegação, pesquisa

Simões Filho



Simões Filho, 1931

Nome completo Ernesto Simões da Silva Freitas Filho

Nascimento 4 de outubro de 1886

Cachoeira

Morte 24 de novembro de 1957 (71 anos)

Rio de Janeiro

Nacionalidade brasileira

Ocupação político, jornalista



Ernesto Simões da Silva Freitas Filho - Simões Filho (Cachoeira, 4 de outubro de 1886 — Rio de Janeiro, 24 de novembro de 1957) foi um político, jornalista e empresário brasileiro, ex-Ministro da Educação do país, fundador do jornal A Tarde e em cuja homenagem foi batizado o município baiano de Simões Filho.



[editar] Biografia

Indo estudar na capital baiana, por volta dos catorze anos de idade já cria um pequeno jornal caseiro, chamado O Carrasco. Em 15 de outubro de 1912 funda A Tarde, diário que lhe sobreviveu e que se constituiu num dos maiores e mais importantes do estado da Bahia.[1]



Antes de A Tarde, Simões Filho já tinha publicado em 1904 um jornal que, em formato de revista nos moldes de O Malho, possuía caráter humorístico e satírico, chamado O Papão. Contava, então, dezoito anos de idade e era, no dizer de Jorge Calmon, "um autêntico jornalista". Em O Papão colaborou o artista Presciliano Silva.[2]



Na política era partidário de José Joaquim Seabra e Octávio Mangabeira. Exerceu mandatos de deputado estadual e federal, tendo ainda concorrido ao governo do Estado e a Senador. Durante o Golpe de 1930 foi para o exílio, de onde retornou em 1933, formando fileiras na oposição ao interventor Juracy Magalhães.[3]



Apesar dessa inicial oposição a Getúlio Vargas, mais tarde foi-lhe Ministro da Educação, em seu segundo governo.



Referências

1.↑ Artigo, RIBEIRO, Wellington da Fonseca. Simões Filho - há 120 anos o bom carrasco da Bahia (acessada em 8 de julho de 2008)

2.↑ Universo HQ, página acessada em 8 de julho de 2008

3.↑ SAMPAIO, Consuelo Novais. Poder e Representação - o Legislativo da Bahia na Segunda República (1930-1937), s/ed, Salvador, 1992. ISBN 85-7196-056-9

Precedido por

Pedro Calmon Ministro da Educação do Brasil

1951 — 1953 Sucedido por

Péricles Madureira de Pinho



[Expandir]v • eMinistros da Educação do Brasil (1930 — 2010)

2ª, 3ª e 4ª

Repúblicas Francisco Campos • Belisário Penna • Francisco Campos • Washington Ferreira Pires • Gustavo Capanema • Raul Leitão da Cunha • Ernesto de Sousa Campos • Clemente Mariani • Eduardo Rios Filho • Pedro Calmon • Ernesto Simões Filho • Péricles Madureira de Pinho • Antônio Balbino • Edgar Santos • Cândido Mota Filho • Abgar Renault • Clóvis Salgado da Gama - Celso Brant - Nereu Ramos - Clóvis Salgado da Gama • Pedro Calmon • José Pedro Ferreira da Costa - Pedro Paulo Penido - Clóvis Salgado da Gama • Brígido Fernandes Tinoco • Antônio Ferreira de Oliveira Brito • Roberto Lira • Darcy Ribeiro • Teotônio Monteiro de Barros • Paulo de Tarso Santos • Júlio Furquim Sambaqui



Ditadura Militar

(5ª República) Luís Antônio da Gama e Silva • Flávio Suplicy de Lacerda • Pedro Aleixo • Raymundo Augusto de Castro Moniz de Aragão • Guilherme Augusto Canedo de Magalhães • Tarso de Morais Dutra • Favorino Bastos Mércio • Jarbas Passarinho • Nei Braga • Euro Brandão • Eduardo Mattos Portella • Rubem Carlos Ludwig • Esther de Figueiredo Ferraz



Nova República

(6ª República) Marco Maciel • Jorge Bornhausen • Aloísio Guimarães Sotero • Hugo Napoleão do Rego Neto • Carlos Corrêa de Menezes Sant'anna • Carlos Chiarelli • José Goldemberg • Eraldo Tinoco Melo • Murílio de Avellar Hingel • Paulo Renato Souza • Cristovam Buarque • Tarso Genro • Fernando Haddad



Este artigo sobre uma biografia é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.

Obtida de "http://pt.wikipedia.org/wiki/Ernesto_Sim%C3%B5es_Filho"

Categorias: Ministros do Governo Vargas (1951-1954)
Ministros da Educação do Brasil
Deputados federais da Bahia
Deputados estaduais da Bahia
Jornalistas da Bahia
Naturais de Cachoeira

Categorias ocultas: !Esboços de biografias
!Artigos sem interwikiFerramentas pessoais

Funcionalidades novasEntrar / criar contaEspaços nominais

ArtigoDiscussãoVariantesVistas

LerEditarVer históricoAções

Busca



Navegação

Página principalConteúdo destacadoEventos atuaisEsplanadaPágina aleatóriaPortaisColaboração

Boas-vindasAjudaPágina de testesPortal comunitárioMudanças recentesEstaleiroCriar páginaPáginas novasContatoDonativosImprimir/exportar

Criar um livroDescarregar como PDFVersão para impressão

Ferramentas

Páginas afluentesAlterações relacionadasPáginas especiaisLink permanenteCitar esta páginaEsta página foi modificada pela última vez às 01h37min de 11 de agosto de 2010.

Este texto é disponibilizado nos termos da licença Atribuição-Compartilhamento pela mesma Licença 3.0 Unported (CC-BY-SA); pode estar sujeito a condições adicionais. Consulte as Condições de Uso para mais detalhes.

O QUE VOCE PRECISA SABER SOBRE ERNESTO SIMÕES FILHO

Simões Filho - há 120 anos o bom carrasco da Bahia


Por Wellington da Fonseca Ribeiro *

Segunda-feira, 09/10/2006 - 22:44





Ernesto Simões da Silva Freitas Filho nasceu em Cachoeira em 04 de outubro de 1886. O destemido jornalista, advogado e político baiano faleceu em 24 de novembro de 1957.



Aos 14 anos incompletos, estudando em Salvador, editou um jornalzinho denominado “O Carrasco", com a finalidade principal de deletar o autoritarismo, a ditadura, o totalitarismo, a covardia dos invejosos que são incapazes de empurrar a roda da história em direção a uma sociedade justa, eqüitativa, onde impere imperturbavelmente o direito de todos e todas à vida.



Sim, a uma vida digna para todos os animais humanos - em direção a nossa almejada felicidade terrena. Mundial. Planetária. Universal. Cósmica.



Dia 04 de outubro é o nascimento do franciscanamente bom São Francisco, dia da água, o dia dela, daniágua, a prata diáfana que é o ouro da vida, marca o nascimento do bravo jornalista, deputado, ministro, enfim, prócer político, doutor Ernesto Simões Filho, homem extremamente dinâmico, criativo, empreendedor, tecnologicamente revolucionário para o seu tempo, inteligente e, mais que tudo isso, amado amante da Bahia e dos melhores valores brasileiros, sul-americanos, latino-americanos.



Durante um ano estagiei nesse jornal em 1975, na Praça Castro Alves, que é do povo “como o céu é do avião”, como bem imortalizou o que já era imortal, o poeta e compositor tropicalista Caetano da Purificação Veloso.



Baiano gosta de feijoada, futebol, cerveja, cachaça, ervas nutritivas, mulher gostosa, sombra e água fresca. Para ler, quem predomina é “O Carrasco”, jornal do menino Simões Filho, que se transformou num complexo poderoso de comunicação, tendo “A Tarde” como o carro-chefe do jornalismo conectado com um radiojornalismo versátil, leve, desestressante, humorado, cultural.



Como ministro da Educação, de 31 de janeiro de 1951 a 24 de junho de 1953, Simões Filho, convidado pelo presidente eleito Getúlio Vargas, realizou, nesse pouco tempo, consideráveis avanços nesse setor fundamentalíssimo para a formação da cidadania. Não esqueceu sua terra natal, a histórica Cachoeira. Construiu nessa cidade o Ginásio Estadual de Cachoeira, centro educacional que durante muitos e longos anos honrou o ensino público da Bahia, o que mais esse Estado precisa no momento.



Pouco tempo depois de ter modernizado “A Tarde”, o seu fundador faleceu no Rio de Janeiro em 24 de novembro de 1957. Ernesto Simões Filho estava com 71 anos e seu corpo foi trasladado para Salvador, sepultado no Campo Santo.



Por tudo isso, por sua crescente e sintomática importância, o complexo de comunicação que tem no jornal “A Tarde” o seu principal e básico meio, associado com o radiojornalismo e, na seqüência, com possível canal de televisão, merece, substantivamente, um redator-chefe que seja, efetivamente, especializado em todos os meios de comunicação. É o que chamamos de jornalista multimídia, que saiba separar seus adversários e inimigos pessoais, daqueles que gostam, são fontes, cultivam e lêem o nonagenário jornal que se mudou da Castro Alves para o Caminho das Árvores.



Enfim, um jornalista antenado com os valores de uma imprensa livre, renovadora, real, revolucionária, construtiva, espacialmente educativa, onde não prevaleça o rancor e o antagonismo paupérrimo do comodismo que só faz fortalecer o status quo.



Vai, no entanto, um pedido de leitor, assinante, derradeiro suplente de deputado federal pelo PDT, estruturado no triângulo trabalhista-nacionalista-socialista dos grandes homens públicos Getúlio Vargas, João Goulart, Leonel de Moura Brizola, Darcy Ribeiro e Cristovam Buarque: se, os sucessores de Simões Filho, um dia, quiserem vender esse jornal que nasceu carrasco para o bem da democracia, da liberdade de expressão, da educação, da cultura, do necessário contraditório e da inteligência baiana, que não seja a grupo religioso. Nenhum deles.



Simões Filho, 12 vezes, 120 vezes, é sinônimo de Bahia. “A Tarde”, com erros e acertos, é o jornal de toda a Bahia.



Registra atos, fatos e fotos. Edita, elabora, narra, produz a história da Bahia, do Brasil e do mundo em suas páginas diariamente. Em 15 de outubro de 1912, portanto, há 94 anos rolados, o jornal começava a brilhar sob o sol do entardecer desta velha, querida e histórica Salvador, baía de todos os prantos, magias e encantos, no limiar dos seus 457 anos no próximo 29 de março.



Simões Filho, 12 vezes, 120 vezes, é sinônimo de Bahia. “O Carrasco” que se transformou no poderoso jornal “A Tarde” é um patrimônio cultural do nosso Estado, embora seja uma empresa particular. Se algum dia “A Tarde” for colocada no balcão dos negócios, que não seja vendida a grupo religioso. Nenhum deles.



* Wellington da Fonseca Ribeiro é jornalista, professor, bacharel em Direito e suplente remoto de deputado federal pelo PDT/2006. É Campoalegrense-Remansense (BA).






Próxima Notícia >>



Leia Também

domingo, 12 de setembro de 2010

SOBRE O FILME NOSSO LAR

Considerações da Psicóloga Sandra Mussi, presidente do Conselho Espírita Canadense sobre o Filme Nosso lar






Sobre o filme Nosso Lar

Como a gente diz por aqui, WOW!!!!!

Tive a grande honra e prazer de assistir ao filme "Nosso Lar" que será estreado em Setembro/2010.

Minha viagem ontem ao assistir o filme foi espetacular. Quantas lições!!!

Eu fiquei encantada em como pude me perceber nos personagens podendo assim experienciar emoções e valores tão engenhosamente criados na tela.

Com a ajuda de André Luiz e desta produção espetacular, caminhei na minha própria estrada de encontro ao "Meu Lar" e ao "Meu Umbral".

Como Psicóloga e constante estudante da alma, a busca dessa viagem interior é minha mola motivadora no caminho do auto-conhecimento.

Para aqueles que já leram o livro e conhecem sua mensagem de tolerância e amor, o filme traz imagens inesquecíveis que materializam nossa imaginação, enriquecem nossa apreciação pelas mensagens trazidas a nós por André Luiz. Quem não conhece a obra será presenteado com uma narrativa clara, que sutilmente ensina os fundamentos da mensagem Espirita através da jornada de um espirito.

A representação visual contrastante entre o umbral e o Nosso Lar coloca em grande perspectiva a nossa dualidade espiritual, mental e emocional. Essa realidade interna do equilíbrio e desequilíbrio, entre o amor e o ódio, entre a paz e a guerra tão bem representada pelo ator Renato Prieto, nos faz reconhecer o nosso atual estado evolutivo, nossas fragilidades e limitações. Escolher ver a "normalidade" das nossas imperfeições de condição humana em busca da luz é aceitar de forma natural nosso crescimento.

O filme Nosso Lar, me proporcionou o encontro com essa realidade e me fez refletir onde estou e para onde quero ir.

Estar aberta para essa escolha é uma fonte energizadora de liberdade e de exercício em busca da felicidade e realização pessoal.

As cenas do hospital da colônia Nosso Lar nos trazem a tranquilidade interna do silêncio, expulsam os barulhos da mente para que a quietude interna proporcione o ambiente necessário ao encontro com nossa essência e a fonte das leis divinas. Mais uma vez, o filme nos leva a refletir no poder do silêncio. A "água medicamentosa" foi o agente desse processo.

A trilha sonora composta pelo gênio da música considerado um dos compositores mais influentes do século 20, Philip Glass, constantemente nos convida a tecer suaves cordas vibracionais do nosso intimo com a arte divina.

Nas cenas musicais do filme uma nova oportunidade de experienciar a harmonia, fazendo-nos mergulhar em sensações de alegria, quietude e união.

O filme nos traz uma mensagem de otimismo e esperança. As emoções vivenciadas pelos atores trazem ao telespectador sentimentos verdadeiros e sinceros, fazendo com que o filme seja uma conexão constante.

Morando no exterior há mais de 20 anos, "viajei" com Andre Luiz - O retorno dele ao Lar na Terra, é muitas vezes meu retorno à Pátria querida. Cenas tão emocionantes que me instigaram ao exercício do desapego. Como André Luiz, ao não aceitarmos as mudanças da nossa realidade perdemos a conexão interna.

Ao nos desapegarmos deixamos de viver a ansiedade da separação e assim nos abrimos para a conexão maior, a do entendimento que somos todos ligados uns aos outros, somos UM SÓ através do AMOR!

A doutrina da reencarnação faz com que possamos exercitar a fraternidade, estender nossas afeições além dos laços do sangue, nos laços imperecíveis do Espírito.

Acredito que o cinema brasileiro enriqueceu com a grande direção de Wagner Assis que se estabeleceu como um grande "médium" das belezas eternas.

Com certeza esse é um filme para se assistir muitas vezes. Estarei levando meus filhos e meus amigos e recomendando a todos aqueles que buscam a paz e o encontro com o Divino.

Obrigada Wagner e a toda a equipe que me proporcionaram essa viagem tão bonita!

Obrigada André Luiz! Obrigada Chico!



Sandra Mussi

Psicóloga e Psicoterapeuta

Presidente Conselho Espirita Canadense













Pensamento de Francisco de Assis: " un solo raggio di sole e' sufficiente per cancellare milioni d'ombre"







Trad. "É suficiente um unico raio de sol para apagar milhões de sombras"






















Considerações da Psicóloga Sandra Mussi, presidente do Conselho Espírita Canadense sobre o Filme Nosso lar






Sobre o filme Nosso Lar

Como a gente diz por aqui, WOW!!!!!

Tive a grande honra e prazer de assistir ao filme "Nosso Lar" que será estreado em Setembro/2010.

Minha viagem ontem ao assistir o filme foi espetacular. Quantas lições!!!

Eu fiquei encantada em como pude me perceber nos personagens podendo assim experienciar emoções e valores tão engenhosamente criados na tela.

Com a ajuda de André Luiz e desta produção espetacular, caminhei na minha própria estrada de encontro ao "Meu Lar" e ao "Meu Umbral".

Como Psicóloga e constante estudante da alma, a busca dessa viagem interior é minha mola motivadora no caminho do auto-conhecimento.

Para aqueles que já leram o livro e conhecem sua mensagem de tolerância e amor, o filme traz imagens inesquecíveis que materializam nossa imaginação, enriquecem nossa apreciação pelas mensagens trazidas a nós por André Luiz. Quem não conhece a obra será presenteado com uma narrativa clara, que sutilmente ensina os fundamentos da mensagem Espirita através da jornada de um espirito.

A representação visual contrastante entre o umbral e o Nosso Lar coloca em grande perspectiva a nossa dualidade espiritual, mental e emocional. Essa realidade interna do equilíbrio e desequilíbrio, entre o amor e o ódio, entre a paz e a guerra tão bem representada pelo ator Renato Prieto, nos faz reconhecer o nosso atual estado evolutivo, nossas fragilidades e limitações. Escolher ver a "normalidade" das nossas imperfeições de condição humana em busca da luz é aceitar de forma natural nosso crescimento.

O filme Nosso Lar, me proporcionou o encontro com essa realidade e me fez refletir onde estou e para onde quero ir.

Estar aberta para essa escolha é uma fonte energizadora de liberdade e de exercício em busca da felicidade e realização pessoal.

As cenas do hospital da colônia Nosso Lar nos trazem a tranquilidade interna do silêncio, expulsam os barulhos da mente para que a quietude interna proporcione o ambiente necessário ao encontro com nossa essência e a fonte das leis divinas. Mais uma vez, o filme nos leva a refletir no poder do silêncio. A "água medicamentosa" foi o agente desse processo.

A trilha sonora composta pelo gênio da música considerado um dos compositores mais influentes do século 20, Philip Glass, constantemente nos convida a tecer suaves cordas vibracionais do nosso intimo com a arte divina.

Nas cenas musicais do filme uma nova oportunidade de experienciar a harmonia, fazendo-nos mergulhar em sensações de alegria, quietude e união.

O filme nos traz uma mensagem de otimismo e esperança. As emoções vivenciadas pelos atores trazem ao telespectador sentimentos verdadeiros e sinceros, fazendo com que o filme seja uma conexão constante.

Morando no exterior há mais de 20 anos, "viajei" com Andre Luiz - O retorno dele ao Lar na Terra, é muitas vezes meu retorno à Pátria querida. Cenas tão emocionantes que me instigaram ao exercício do desapego. Como André Luiz, ao não aceitarmos as mudanças da nossa realidade perdemos a conexão interna.

Ao nos desapegarmos deixamos de viver a ansiedade da separação e assim nos abrimos para a conexão maior, a do entendimento que somos todos ligados uns aos outros, somos UM SÓ através do AMOR!

A doutrina da reencarnação faz com que possamos exercitar a fraternidade, estender nossas afeições além dos laços do sangue, nos laços imperecíveis do Espírito.

Acredito que o cinema brasileiro enriqueceu com a grande direção de Wagner Assis que se estabeleceu como um grande "médium" das belezas eternas.

Com certeza esse é um filme para se assistir muitas vezes. Estarei levando meus filhos e meus amigos e recomendando a todos aqueles que buscam a paz e o encontro com o Divino.

Obrigada Wagner e a toda a equipe que me proporcionaram essa viagem tão bonita!

Obrigada André Luiz! Obrigada Chico!



Sandra Mussi

Psicóloga e Psicoterapeuta

Presidente Conselho Espirita Canadense













Pensamento de Francisco de Assis: " un solo raggio di sole e' sufficiente per cancellare milioni d'ombre"







Trad. "É suficiente um unico raio de sol para apagar milhões de sombras"